quinta-feira, 22 de abril de 2010

Toda a angústia reflete minha aflição em frases inacabadas.
Escrever fragmentos nos remete a criar, deduzir um final, sei lá...
Por que escrevo na primeira pessoa? Não sei, realmente não sei, mas não é sempre, é?
Rabisco o que penso, os meus sonhos, as fantasias, tudo que almejo.
Sou apenas mais um ser que vai ao extremo dos limites.
Títulos são ilusões, por isso, raramente dou nomes.
Cada um tem um título na vida.
A única coisa que necessito é que me decifre.
Decifra-me com o mais puro do seu olhar.
Entenda-me profundamente.
Penetre em meus sentimentos.
Mergulhe ao extremo dos limites.
Intensamente encontrarás a resposta, a única.

Tati Ribeiro

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